Está se aproximando a festa, que pode ser considerada a mais popular do Brasil, o Carnaval. Digo considerada a mais popular porque tem as festas juninas, que também são bem famosas. Ano passado pulei carnaval em São Lourenço do Sul. Foi ótimo porque a cidade é tranquila, os bailes são muito animados e a turma com quem estava era "mara". Este ano por falta de grana vou ficando por aqui mesmo em Pelotas. Já curti alguns carnavais por aqui, também são animados, mas nada mais com a empolgação que tomava as ruas com a Bandalha. É sabido que junto com ela também aconteciam coisas desagradáveis, brigas e mortes, coisa que não combina com festa e alegria.
Enfim, neste carnaval talvez vá ler muito e ficar tranquila.
Beijo e bom carnaval a todos
Contos de todo o tipo, historinhas da vida real, crônicas do cotidiano, contos, sonhos e desejos, todos mudando conforme as fases da lua.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Serenata
Nunca recebi uma serenata. Tá certo que isto não tá muito em moda hoje em dia, afinal os tempos mudaram. Mas eu gostaria de receber uma serenata, uma música daquelas mais antigas, samba canção romântico, algo assim.
Embora nunca tenha sido acordada com uma serenata, já me dedicaram músicas em rádio.
Isso também é legal, mas não tem a mesma emoção de ouvir a voz do homem pretendido entrando nos teus sonhos e te despertando para olhar pela janela.
quem sabe eu ainda receba uma serenata, algum dia... Coisas de gente romantica.
Embora nunca tenha sido acordada com uma serenata, já me dedicaram músicas em rádio.
Isso também é legal, mas não tem a mesma emoção de ouvir a voz do homem pretendido entrando nos teus sonhos e te despertando para olhar pela janela.
quem sabe eu ainda receba uma serenata, algum dia... Coisas de gente romantica.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Solidariedade
Estou abraçando a causa da Annie, que está fazendo uma campanha para ajudar a Cris Carvalhal. Então eu resolvi abraçar a causa também e divulgar a página da moça e os dados dela para quem quiser entrar em contato ou fazer doações. A Campanha da Annie é de 10 pila.
Os dados estão aqui embaixo.
Email: crisalonso@oi.com.br
mariacristina313@pop.com.br
Msn: mariacristina313@hotmail.com
Telefone celular: (21) 8684-3321
Conta poupança:Banco Caixa Economica Federal
Agencia: 2270
Op:013
Conta poupança:008000588
Nome :Luciano de melo carvalhal
Os dados estão aqui embaixo.
Email: crisalonso@oi.com.br
mariacristina313@pop.com.br
Msn: mariacristina313@hotmail.com
Telefone celular: (21) 8684-3321
Conta poupança:Banco Caixa Economica Federal
Agencia: 2270
Op:013
Conta poupança:008000588
Nome :Luciano de melo carvalhal
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Bolo de cenoura


Num dia de chuva que parecia que estávamos no próprio dilúvio, um bolinho com café quente faz toda a diferença.
O bolo de cenoura é o preferido da minha sobrinha Larissa. A receita é bem simples e fica assim, fofinho e gostoso.
Ingredientes:
3 cenouras médias
3 ovos inteiros
3 xícaras de farinha de trigo
1 1/2 xícara de açúcar (para quem gosta de doce muito doce, pode ser 2 xícaras)
2 colheres de sopa de margarina
1 xícara de água ou leite
1/2 caixinha de creme de leite
2 colheres de sopa de fermento em pó
Preparo:
Bata as 3 cenouras com o leite (ou água) no liqüidificador e reserve-as. Numa bacia no "muque" ou na batedeira bata o açúcar e a margarina, depois acrescente os ovos inteiros um a um batendo sempre. Adicione as cenouras batidas e vá colocando a farinha devagar e sempre batendo, observe se a massa não está muito mole, caso esteja coleque mais um pouco de farinha. Estando no ponto cremoso, acrescente o creme de leite e misture bem. Por fim coloque o fermento. Asse em fogo médio, 200ºC.
O tempo de cozimento é em torno de 30 a 40 minutos.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Descrever amigos
Depois de estar lendo "O pequeno Príncipe" pela enésima vez resolvi observar como as pessoas em geral descrevem outras pessoas. Claro que tive a ajuda de gente que começa falando de alguém dando nome e sobrenome, profissão dos pais, caso o alguém em questão não seja neurocirurgião ou advogado de renome. E lembrei do que o narrador da história fala sobre os adultos, dizendo que eles só se importam com números.
Isso serviu pra eu observar como eu falo das pessoas, o que digo delas, o que me chama atenção e é o ponto alto no momento de contar alguma história de alguém. Talvez o fato de ter lido "O pequeno Príncipe" ainda na infância e depois na adolescência e mais sei lá quantas vezes na idade adulta, o que me faz lembrar das pessoas não é o salário, a posição que ocupam no organograma da empresa ou o nome de família. Geralmente quando vou descrever alguém começo falando sobre sua aparência física dizendo a cor dos olhos, dos cabelos, se é gordinho ou magrinho, se tem "cara" de boa gente, se sorri com facilidade, se é quieto. Isso quando vou descrever alguém que acho interessante e quero que o outro visualize, é óbvio que eu sei que na cabeça do outro a montagem do descrito é bem outra. Depois eu costumo sempre falar o que a pessoa faz, começando sempre pelos estudos, se estuda ou pesquisa, se achei-o inteligente. E depois onde trabalha, o que faz como profissional. Só costumo falar onde as pessoas trabalham ou seus nomes de família quando estou comentando com alguém que acredita que a conhece, então uso estes dados como referência para que o outro localize a pessoa dentro da sua "rede".
Porque realmente acho irritante alguém ficar me falando particularidades de alguém que não conheço. Que me interessa se um cara que nunca vi é filho do melhor médico da cidade??? Não é isso que vai despertar meu interesse em conhecê-lo.
Um colega da Contabilidade disse que queria me apresentar um seu amigo. Disse o nome do moço, falou que é um cara legal, tranqüilo (eu ainda não enterrei o trema), calmo, que gostava de ficar em casa, que gostava de música. Quando eu perguntei se era bonito, mandou olhar no orkut as fotos do cara. Eu olhei por curiosidade.
Numa outra conversa meu colega disse que o moço era professor de biologia e falou sobre sua personalidade. Nunca chegou a dizer o sobrenome, até porque não lembrava. Nem quanto ganhava ou se sua casa era uma mansão. Achei essa maneira de falar de um amigo respeitosa e até bonita, porque valoriza o que o outro é e não o que tem.
Por outro lado tenho conhecidos que não sabem falar em alguém sem dar referências numerológicas e financeiras. Como aquela típica "mora num casarão na Dom Joaquim".
Bah! Isso realmente não me importa. Ele pode morar num casebre ou na rua, desde que tenha um bom papo, e bom papo pra mim é falar de tudo, se necessário de cor de esmaltes também, mas tem que ir muito além disso.
Isso serviu pra eu observar como eu falo das pessoas, o que digo delas, o que me chama atenção e é o ponto alto no momento de contar alguma história de alguém. Talvez o fato de ter lido "O pequeno Príncipe" ainda na infância e depois na adolescência e mais sei lá quantas vezes na idade adulta, o que me faz lembrar das pessoas não é o salário, a posição que ocupam no organograma da empresa ou o nome de família. Geralmente quando vou descrever alguém começo falando sobre sua aparência física dizendo a cor dos olhos, dos cabelos, se é gordinho ou magrinho, se tem "cara" de boa gente, se sorri com facilidade, se é quieto. Isso quando vou descrever alguém que acho interessante e quero que o outro visualize, é óbvio que eu sei que na cabeça do outro a montagem do descrito é bem outra. Depois eu costumo sempre falar o que a pessoa faz, começando sempre pelos estudos, se estuda ou pesquisa, se achei-o inteligente. E depois onde trabalha, o que faz como profissional. Só costumo falar onde as pessoas trabalham ou seus nomes de família quando estou comentando com alguém que acredita que a conhece, então uso estes dados como referência para que o outro localize a pessoa dentro da sua "rede".
Porque realmente acho irritante alguém ficar me falando particularidades de alguém que não conheço. Que me interessa se um cara que nunca vi é filho do melhor médico da cidade??? Não é isso que vai despertar meu interesse em conhecê-lo.
Um colega da Contabilidade disse que queria me apresentar um seu amigo. Disse o nome do moço, falou que é um cara legal, tranqüilo (eu ainda não enterrei o trema), calmo, que gostava de ficar em casa, que gostava de música. Quando eu perguntei se era bonito, mandou olhar no orkut as fotos do cara. Eu olhei por curiosidade.
Numa outra conversa meu colega disse que o moço era professor de biologia e falou sobre sua personalidade. Nunca chegou a dizer o sobrenome, até porque não lembrava. Nem quanto ganhava ou se sua casa era uma mansão. Achei essa maneira de falar de um amigo respeitosa e até bonita, porque valoriza o que o outro é e não o que tem.
Por outro lado tenho conhecidos que não sabem falar em alguém sem dar referências numerológicas e financeiras. Como aquela típica "mora num casarão na Dom Joaquim".
Bah! Isso realmente não me importa. Ele pode morar num casebre ou na rua, desde que tenha um bom papo, e bom papo pra mim é falar de tudo, se necessário de cor de esmaltes também, mas tem que ir muito além disso.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Mi Corazón
Algumas vezes eu penso que deixei de fazer algo na minha tragetória de vida. É, que deixei de fazer ou que não sei mais como fazer. Na adolescência eu vivia cercada de pessoas da minha idade, mas sempre deixava a bagunça da sala nas festinhas das coleguinhas para ir pra cozinha conversar com as mães ou os pais. Me apaixonava a cada semana e a cada uma era um cara diferente, que não sabia que eu existia. Mas eu morria de amores e depois de um tempo eu já estava apaixonada por outro.
Hoje em dia considero que tenho poucos amigos, mas são bons e verdadeiros. E estes amigos estão, a maioria morando noutras cidades, o que me dá uma baita saudade e uma pequena sensação de solidão.
Ainda tenho uma facilidade de fazer "novos amigos", converso muito, faço festa, danço me divirto, mas sinto uma pequena angústia que me aperta o coração. Estou refletindo muito, pensando e tentando responder estas perguntas que me perseguem e acabar com esta angústia que me aflige. Taí duas ou três, ou quatro resoluções para 2009, cuidar do corazón, responder as perguntas, acabar com a angústia, desarmarrar laços que me fazem mal e reatar laços dos quais sinto muita saudade e me fazem muito bem.
Hoje em dia considero que tenho poucos amigos, mas são bons e verdadeiros. E estes amigos estão, a maioria morando noutras cidades, o que me dá uma baita saudade e uma pequena sensação de solidão.
Ainda tenho uma facilidade de fazer "novos amigos", converso muito, faço festa, danço me divirto, mas sinto uma pequena angústia que me aperta o coração. Estou refletindo muito, pensando e tentando responder estas perguntas que me perseguem e acabar com esta angústia que me aflige. Taí duas ou três, ou quatro resoluções para 2009, cuidar do corazón, responder as perguntas, acabar com a angústia, desarmarrar laços que me fazem mal e reatar laços dos quais sinto muita saudade e me fazem muito bem.
Havaianas
Hoje, apesar da chuva, me senti na propaganda da Havaianas. E olha que estava de botas. O mais engraçado é ser considerada a coisa mais linda de um bairro no qual raramente vou. E depois de ter dito que não morava no tal bairro. Enfim... valeu o elogiu da manhã chuvosa.
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