Sorria, mesmo que isto não mude ou solucione teus problemas. Afinal de contas alguém consegue dizer que existe problema mais grave do que uma criança que perdeu o pai e a mãe? Pois é, acho que não existe. E ainda assim, mesmo tendo perdido o pai e a mãe, um menino de 6 anos resolveu ajudar as pessoas, porque não entendia "porque as pessoas estão sempre tristes?"
#TheSmileExperiment
Jaden Hayes é um colecionador de sorrisos e tem uma meta ousada de 33 mil sorrisos. "The Smile Experiment" é o nome do projeto deste gurizinho que abraçou a causa de todos os dias ajudar as pessoas a sorrirem.
Eu fiquei sabendo desta história numa postagem do Hypeness no face.
A foto aqui do lado pesquei de lá. Mas o projeto pode ser acompanhado pelo instagram no The SmileExperiment. Vale a pena dar um sorriso pra esse guri lindo! Afinal, como diz o nosso querido Quintana "o sorriso enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores". Pode anotar o meu sorriso aí na tua coleção Jaden! <3 p="">3>
Seguindo o projeto de publicar 365 notícias boas aqui está nossa notícia número 3. Ela é daqui de Porto Alegre e foi um gesto bem simples, mas que integrou toda a turma e agregou uma guriazinha que não pode comer todo tipo de alimento. O desafio foi lançado as crianças do segundo ano do ensino fundamental e eles abraçaram a causa de ajudar a transformar o cardápio para que Anita pudesse comer o mesmo que eles.
"Desde que se juntou à classe, no ano passado, Anita Della Giustina, sete anos, não podia comer a maioria dos alimentos trazidos pelos colegas durante os lanches coletivos. O motivo é a condição de saúde que carrega desde que nasceu: a menina é portadora de leucinose, também conhecida como doença da urina do xarope do bordo, patologia hereditária que a impede de consumir alimentos de origem animal. A doença atinge um a cada 185 mil nascidos."
Foi uma mudança bem simples mas nos mostra que pequenas coisas fazem grandes mudanças.
A notícia é do Jornal Zero Hora e foi publicada em 12 de agosto deste ano. Mais notícias boas vem por aí.
A internet e as redes sociais tem os seus se nãos, mas também tem o seu lado muito bom se nós as soubermos usar. Existe sim discursos de ódio, picuinhas, bate boca, polêmicas, enfim... mas tem pessoas que fazem destes instrumentos armas para alavancar suas carreiras, seus negócios, ajudar no seu trabalho, ajudar e divulgar boas ações, mudanças e fazer o bem.
Dois gurizinhos lá de Curitiba, estes da foto, resolveram do modo mais simples possível ajudar uma senhora que necessitava de cadeira de banho, rodas e fraldas. Eles viram na televisão (outra vilã nos últimos tempos) o apelo da idosa e ao invés de ficar ali parados resolveram tomar uma atitude, modesta e até ingênua para os adultos, claro. No entanto, como eles são dotados da força do amor e acreditam que são capazes de tudo, começaram seu trabalho de formiguinha vendendo suco pra juntar o dinheiro necessário para auxiliar a idosa.
E o que foi que aconteceu??? A Cintia Scoriza fotografou os meninos a Gazeta do Povo postou na sua página e uma galera ajudou com doações. Resultado??? Conseguiram muito mais do que tinham pensado inicialmente estes grandes guris! Ajudaram a senhora que precisava e mais vários outros idosos.
A Gazeta do Povo em parceria com o Instituto GRPCOM será mapeado os locais da cidade que precisam das doações e levarão até eles. Para isto, quem estiver engajado e puder e quiser ajudar pode levar suas doações de fraldas e cadeiras de roda/banho em NOSSA LOJA, que fica na Praça Carlos Gomes, nº 04, das 9h às 19h. Após este horário as doações podem ser entregues na portaria da Rua Pedro Ivo, 503 até as 22h.
Vamos acreditar o mundo é bão!!!! Que estes meninos sigam acreditam em si e na sua capacidade de ajudar e mudar a situação daqueles que necessitam e que todos nós possamos ser contagiados com esta força!
Fonte: Informações Gazeta do Povo e foto Cintia Scoriza
Sempre me recuso a perder a fé e me deixar levar pela negatividade. Minha mente é terreno fértil, mas não tem terra ou canteiro, se quer um vasinho para deixar brotar sementes de desesperança. Mas tem muita coisa triste acontecendo mundo afora! E muita gente se deixando abater crendo que o mundo tá perdido e o mal impera. Por isto a campanha #365DiasDeBoasNotícias. Realmente tem muita gente DO BEM, fazendo o bem. Como diz o Nando Reis "o mundo é bão Sebastião"! É sim!
Começo a campanha com a história de um senhor bem simples de Rio Grande, que com grandeza de alma doa para quem precisa mais do que ele. Confira aqui
Fiquei chocada agora quando vi que faz mais de dois meses que não consigo escrever por aqui! Logo eu que estava seguindo uma constância de postagens e assuntos tão bacanas. Exercitava meu lado escritora, aliviava a alma, enfim... Tanta coisa correu, assim como o tempo nestes mais de dois meses! E ao mesmo tempo a sensação é de que nada aconteceu ou mudou. Só olhando cuidadosamente para trás se pode ver com clareza as pequenas mudanças, a acomodação das coisas, os reajustes.
Tudo está correndo bem e entrando nos eixos. Meu pai fez uma cirurgia e já está de alta, podendo retomar a rotina de exercícios, a do trabalho ele retomou antes. Mas graças a Deus tudo correu muito bem.
Eu sigo na minha vida, comecei um trabalho no centro espírita ajudando no passe das quartas feiras e me faz muito bem. Auxilio os frequentadores com dúvidas, dou uma geral nos banheiros, sirvo a água para depois do passe, abro a porta e fecho enfim... ajudo no que for necessário e sinto minhas energias renovadas. Também comecei a participar do trabalho mediúnico. Chega ser engraçado, porque sabendo da responsabilidade sempre dizia que não tinha intenção de trabalhar no mediúnico e que nem sentia a mediunidade se manifestando para realizar trabalho de tal importância. Fui chamada e como não sou de fugir lá estou eu. Ainda engatinhando, aprendendo, buscando fazer sempre o melhor. O auxílio que recebo do grupo é de extrema importância, porque considero-me muito inexperiente quanto a tudo por lá. E assim sigo, buscando aprender sempre e cada dia mais.
Ainda preciso muito me disciplinar para cumprir melhor os horários e organizar minha agenda, pra conseguir escrever por aqui com a frequência, o cuidado e o carinho devido. Vou me policiar mais pra ver se consigo, pelo menos 21 dias, diz que depois deste tempo a gente se habitua e a prática vira realmente um hábito! Tomara!
Nunca tive vergonha da minha condição financeira, da minha família, da minha casa ou do lugar onde eu morava. Sempre soube que éramos pobres e usava de bom grado as roupas, sapatos e outras coisas que ganhava dos primos mais velhos ou de amigos com melhores condições financeiras. Mas tive na adolescência amigos que tinham vergonha da sua família, da casa ou do trabalho dos pais. As roupas de marca eram uma forma de tentar esconder uma casa com problemas estruturais. Um destes amigos foi embora muito cedo, não lembro ao certo a idade que ele tinha quando morreu, mas era no máximo 20 anos. Foi num acidente de carro na estrada entre Pelotas e Rio Grande.
O pai dele me chamava carinhosamente de "porqueira"! E nunca duvidei que fosse carinhoso. Ele falava assim principalmente quando eu e a Ana Paula íamos pra Bento ficar na volta deles enquanto trabalhavam. Nosso amigo tinha vergonha que outras pessoas o vissem ali fazendo o percurso do passeio das pôneis. Mas nós não só passávamos a tarde, como várias vezes íamos ao lado dele fazendo o percurso em volta a da praça. Ele era um cara bem inteligente, estudou na escola técnica e gostava de Guns n' roses. Gosto, aliás, pelo qual vivíamos brigando, afinal ele era do rock e nós até gostávamos de rock, mas estávamos na época das bandinhas água com açúcar, com carinhas bonitinhos e letras melosas.
Entrei apenas uma vez na casa dele, geralmente nos falávamos na esquina da casa dele, que era a metade do caminho entre a minha casa e a casa da Ana Paula. A gente costumava se visitar todos os sábados. Combinamos que um sábado eu iria a casa dela e no outro ela iria na minha. E na hora de ir embora uma acompanhava a outra até um pedaço, que virava até a outra esquina e quando víamos estávamos na esquina da casa da outra e precisávamos acompanhar pelo percurso de novo e de novo. No verão fazíamos isto até um pouquinho antes de anoitecer. O bairro apesar da fama era bem mais calmo também. Neste vai e vem sempre encontrávamos este amigo pelo caminho, ou chamávamos na frente da casa e pra ficarmos de papo ali na frente, falando abobrinhas, discutindo besteiras e dando muita risada. Ficávamos felizes juntos! Desta vez que entrei na casa deste amigo foi numa festa de aniversário dele, acho que era de 18 anos. Além da família só nós duas. E foi nesta única vez que aprendi uma das coisas mais importantes da minha vida. Aprendi que um lar é muito mais, mas muito mais mesmo que uma casa bem estruturada. Um lar é feito de gente que se ama e que mesmo sabendo que não é motivo de orgulho pro outro faz tudo pra ele estar e ser feliz. A casa deste meu amigo tinha problemas no telhado, tinha animais aqui e ali, tinha umas tranqueiras no caminho, alguns entulhos de obras inacabadas. Faltavam algumas coisas materiais, talvez coisas que fizessem falta para o conforto da família que trabalhava duro. Mas sobrava amor, tinha fartura na mesa, tinha muita alegria, tinhas corações abertos e gente acolhedora que te fazia sentir em casa, mesmo que aquela fosse a primeira vez que te vissem.
Eu sei que a maior luta deste meu amigo era pra superar as dificuldades financeiras, ter um lugar confortável pra morar. A vontade de mudar foi o que o levou a batalhar seus sonhos. Acho que quando ele desencarnou não estava morando em Pelotas, mas seguido vinha por causa do trabalho e da família. O desencarne foi um choque, foi estranho pois nesta época ainda temos uma noção de morte muito remota, é como se fôssemos imortais.
Escrevi este texto porque senti saudade daqueles tempos. Lembrei do nosso amigo, dos domingos na Bento, das risadas e dos planos de sermos famosos, ricos, bonitos e magros.
Ultimamente vejo muita gente pedindo mais amor, coisa que um barbudão há milênios atrás dizia que era o único mandamento, amarmos uns aos outros. Mas tem quem pense que amor é coisa de outro mundo, que amor de verdade só de mãe, aliás, em alguns presídios os caras tatuam isto na pele tamanha dureza daqueles lugares e mostrando que "os brutos também amam", pelo menos suas mães. E realmente o amor materno é algo que representa o amor de verdade. Há exceções, claro, tem quem não tenha vindo a este mundo preparada para ser mãe, ok! Mas aquelas mulheres que se dispõe a serem mães tem dentro delas a semente do amor, daquele que parece ser ideal e utópico de respeitar o outro apesar de todos os defeitos e diferenças, daquele faz com que se abra mão de determinadas coisas para a felicidade do ser amado.
É amor de mãe que te faz crescer, que te aponta os caminhos e te guia para que sigas tuas próprias escolhas com liberdade apesar de o coração estar apertado. O Amor, do qual falou o barbudão JC é assim. Amar é admitir que não tem condições de criar um filho e dar para adoção. É trabalhar de sol a sol e mesmo cansada ter tempo de revisar os temas, dar bronca, dizer não e mandar tomar banho e escovar os dentes. É dar tarefas e ensinar sobre responsabilidade.
A primeira vez que assisti "Minha vida por meus filhos", um filme antigo que deu inúmeras vezes na sessão da tarde chorei que deu gosto. Aliás, choro sempre e tanto que quando o filme tem momentos tocantes meus sobrinhos e meu namorado ficam olhando pra mim pra ver as lágrimas começarem a rolar. E se espantam quando eu não choro! Este filme é lindíssimo e conta a história de uma mulher que depois de dar a luz seu décimo filho descobre um tumor em estágio avançado. Com esta descoberta sua primeira atitude é buscar famílias que queiram adotar seus filhos e mantê-los em contato. Só de lembrar já me dá vontade de chorar! Gente, quando que fragilizados por uma doença terminal nós deixaríamos o egoísmo de lado para cuidar do bem estar e do futuro daqueles que ficariam? Ela conversa com os possíveis pais adotivos e conforme vai encontrando as novas famílias as despedidas vão acontecendo. Como nos casos de adoção ainda hoje, os menores são os primeiros a serem desejados, mas aos poucos todos são acolhidos por novos lares.
E a maior lição do filme é que para amar de verdade é preciso querer e superar o egoísmo e a vaidade.
No filme "Lado a lado", Susan Sarandon interpreta uma mãe, paciente terminal de câncer, que busca um bom entendimento com a futura esposa do ex-marido, pensando no bem estar dos filhos após sua morte. Mas não seria muito melhor que as pessoas tivessem esta consciência mesmo sem estarem doentes? Se por qualquer motivo tua relação com o pai dos teus filhos não deu certo, que pudessem ter uma convivência tranquila pelo bem das crianças. Mas é difícil, porque o egoísmo, a mágoa, o rancor muitas vezes se coloca na frente do bem estar dos próprios filhos, que são usados para machucar o outro, para punir.
Os filhos não são armas, não são um bem de um ou de outro. Filhos são a comprovação de que, ainda que agora tu não tenhas mais "aquele amor", um dia ele existiu e está cristalizado na forma de um filho. E a mágoa, a raiva, o rancor não podem ser maiores que o amor pelo seu filho.
Vai ter quem diga que eu não tenho filho, por isto que falo assim. Mas espero sinceramente que eu pense assim quando/se tiver filhos e pense no bem do outro sempre que eu amar alguém. Porque eu já compreendi que no amor não cabe preconceito, egoísmo, ressentimento, mas mesmo que ainda existam estes sentimentos na tua forma de amor, não deixe de amar, pois o exercício do amor nos faz melhores amantes ou seria amadores, ou quem sabe amorosos?
Tem até umas piadinhas dizendo "aquilo que te dá frio na barriga é montanha russa o amor é outra coisa", por exemplo. E realmente o amor é outra coisa. É uma coisa muito boa e que vale a pena sempre, leve o tempo que levar.