O final do ano anterior não foi muito legal pra mim, mas foi um ano de começo de encerramento de ciclo! O ciclo fechou-se no início deste ano a partir da minha decisão e mais pro meio do ano fechou-se. Acontece que esse fechamento é um processo mental, físico e emocional. Este último é o mais difícil de concluir, precisa de luto, de choro, de entendimento, de perdão e de amor! Amor próprio e amor pelos outros para permitir que cada um seja como é e admitir que, mesmo gostando ou amando aquela pessoa, a convivência com aquela forma de ser não é possível pra nós! Então a gente segue! Curando as feridas e resgatando nosso melhor!
Neste final de ano estou muito melhor do que no passado! Estou mais forte, mais feliz por ter me reencontrado. Sim, às vezes a gente se perde! Mas se reencontrar é bom demais!
Agora sinto-me pronta para novos ciclo! Que venham e sejam de crescimento!
Agora é despedir-se deste ano que foi feliz em muitos momentos e agradecer aqueles momentos que não foram bons pelos aprendizados que tivemos!
Dois mil e vinte está logo ali, façamos dele um ano de paz, harmonia e amor!
Contos de todo o tipo, historinhas da vida real, crônicas do cotidiano, contos, sonhos e desejos, todos mudando conforme as fases da lua.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2019
terça-feira, 22 de outubro de 2019
Homenagem de 25 anos de formatura
Parece que foi ontem que senti o frio na barriga ao começar a estudar num colégio tão grande! Eram vários ônibus, muita gente, só na minha turma umas trinta! E como num passe de mágica em pouco tempo já conhecia quase todo mundo! Já tinha me apaixonado pelo Hari 😂 e até os professores dos outros cursos me conheciam e davam carona! Entrar naquele corredor de árvores faz passar um filme de três anos maravilhosos na minha cabeça, anos de muita amizade e de diferenças que o tempo dissolveu e ao rever colegas deixa os olhos rasos d'água! Todos os dias agradeço por não ter passado na escola técnica! Minha vida talvez não tivesse tantas boas amizades como tive estudando no CAVG! Talvez minha vidinha fosse mais sem graça! 25 anos e parece que foi ontem!
Logo no primeiro ano muitos banhos, porque bicho tem que ir pro tanque! Eu muito grande que sou bastava um dos guris e já era! Passei o ano todo levando outras roupas pro colégio pra não passar o dia todo molhada! Também foi no primeiro ano que me apelidaram de "cascudinha"! A referência era a "Cascuda", que, olha o horror, não tenho certeza do nome, mas acho que é Adriana. Todos diziam que a gente era muito parecida e que ela era minha mãe! Óbvio que ficamos amigas, somos amigas até hoje! O apelido dela foi por causa do Cascão, um interno que já tinha se formado quando entrei e os guris diziam que ela era namorada dele. Daquelas coisas que pegam e a gente leva pra vida, Apelidos! :) Cheguei no CAVG com 14 anos! Na minha festa de 15 foram poucos colegas, mas "se Maomé não vai a montanha..." eu levei o coquetel de frutas pro colégio! Juntamos nosso grupinho Leandra, eu, o Clóvis, o Vó, o Claudiomar, o Jaspion e mais uns e depois do almoço tomamos aquele o coquetel. E como a gente conversava e ria! E a gente estudava também, embora pareça mentira!
Atrás da sala de aula em que estudávamos tinha (tem até hoje!) um bosque onde eu adorava dormir depois do almoço! Debaixo das árvores no verão e escarrapachada no sol em cima da minha jaqueta no inverno! As gurias jogavam cartas! Foi no CAVG que aprendi a jogar escova! hahaha Um dia, um calor terrível, resolvi ficar só com a camiseta que ia até os joelhos na sala de aulas que só tinha guria! Mas eu não contava que os guris da agropecuária iam lá paquerar minhas colegas! Que vergonha eu passei, porque antes de vê-los na janela, tinha feito um monte de palhaçada e até desfilado na sala! Essa foi a primeira vez que fui no CTG!E meu amigo Vacaria me recitou a poesia, "Paisagens do açude grande - o fio dental"! Fiquei envergonhada de novo, mas era até bonitinhos os versos!
Muitas coisas aconteceram naqueles três anos! Quantos amigos que nunca mais vi! Darci, Giba, Charles, Robson! Nossa sorte é que a internet apareceu e podemos reencontrar alguns deles. Também é sorte que naquela época não tinha, porque nossa! Cada mico! hahaha
Anos que valeram muito a pena! Aprendizados que carrego comigo pro resto da vida e amigos que carrego no coração!Depois do CAVG fui direto pra faculdade. No ano seguinte a mãe foi fazer história na federal e encontrei alguns colegas do CAVG lá e foi muito legal este reencontro. A amizade cresceu ainda mais e o laço segue firme até hoje!
Ser homenageada por ter vivido estes anos de CAVG é até uma redundância! É bom ser homenageada, mas melhor ainda é poder reencontrar os amigos, matar a saudade e relembrar aqueles dias tão bons da adolescência!
E nossos professores! Quantas brigas com o João Vicente de química! Quanta risada com a Janete de biologia falando dos filhos! Quanta comida fizemos nas aulas da Nonô! E as costuras que davam erradas, mas a Beth nos salvava! E as corajosas que aceitaram matar a galinha com o professor da agropecuária e depois não conseguiram almoçar!?Os almoços no bandejão, as sobremesas musicais promovidas pelo Jorjão! Nossa, daqui a pouco começo a chorar! Estas lembranças estão tão vivas que custo mesmo a crer que já passaram 25 anos!
Só tenho a agradecer por tudo! Também aproveito a deixa para agradecer aos professores e aos funcionários da escola que tanto nos deram nestes anos! Agradeço às minhas amigas queridas! E vamos nos encontrar com mais frequência! ❤️
Acho que a poesia é essa:
PAISAGENS DO “AÇUDE GRANDE” FIO DENTAL
Jayme Caetno Braun
Eu tenteio mais um amate
olhando o “açude brabo”,
nesse barulhão do diabo
como estrondos de combate,
enquanto o meu cusco late,
pro lado do litoral,
vem cruzando, por sinal,
um lote lindo pelado,
com aquele troço engraçado
que chamam de “fio dental”.
É um barbante colorido,
de cor berrante e moderna,
passado no entrepernas,
e na cintura prendido,
o fio termina escondido
e reparte pelo meio,
pra mim que domo e tropeio,
lidando com qualquer bicho,
o nome certo, é rabicho,
pra segurar o arreio.
Eu sempre usei o palito,
de guanchuma ou pitangueira,
na vivência galponeira
que integra o meu infinito
e não posso achar bonito
algo que assim me confunda;
não há primeira sem segunda-feira
e a quarta sucede a quinta,
porém a graça despinta;
com esse barbante na bunda.
quarta-feira, 9 de outubro de 2019
Um brinde ao dilema - texto resgatado
domingo, julho 16, 2006
Um brinde ao dilema!
Numa mesa de bar resolvem-se muitas coisas. Dá-se fim a miséria do mundo, soluciona-se as crises mundiais, discute-se poesia, política, sugere-se leituras, fala-se alto, pedimos mais uma cerveja.
Lembramos do passado, do ex-namorado, das brigas familiares, da saudade de ser criança e não ter responsabilidades, além das provas do bimestre. Pedimos mais uma cerveja.
_ Garçom, por favor!
Escutamos um samba, o sax. Observamos os casais dançando, falamos do quanto gostamos de dançar ou do fato de não saber cadenciar os passos, dois pra lá, dois pra cá. Pedimos mais uma.
Discutimos sobre liderança, a responsabilidade de ser um líder, da comunidade que aceita ou não esse líder e porquê, falamos de carisma, sem lembrar dele. Pensamos como mudar o mundo, abrimos nosso voto para a próxima eleição, e admitimos não fazer efetivamente nada que mude realmente as coisas. Pedimos outra cerveja.
Não choramos porque o momento é de alegria. Levantamos um brinde ao dilema, na verdade brindamos a tudo e a todos na mesa, ameaçamos levantar e dançar, rimos. Pedimos a saideira.
De tudo isso ficou a amizade, a promessa de outro encontro assim que possível, o abraço apertado. Na verdade quedou-se dentro de nós todo aquele dilema, todas aquelas coisas que discutimos soando no pensamento, acelerando o coração. Não temos, de verdade, a solução para todos aqueles problemas, estamos incomodados, agitados, angustiados com a situação, a nossa no mundo, a do mundo no nosso entendimento, as nossas possibilidades de ações efetivas, como enxergamos os nosso dilemas.
Lembramos do passado, do ex-namorado, das brigas familiares, da saudade de ser criança e não ter responsabilidades, além das provas do bimestre. Pedimos mais uma cerveja.
_ Garçom, por favor!
Escutamos um samba, o sax. Observamos os casais dançando, falamos do quanto gostamos de dançar ou do fato de não saber cadenciar os passos, dois pra lá, dois pra cá. Pedimos mais uma.
Discutimos sobre liderança, a responsabilidade de ser um líder, da comunidade que aceita ou não esse líder e porquê, falamos de carisma, sem lembrar dele. Pensamos como mudar o mundo, abrimos nosso voto para a próxima eleição, e admitimos não fazer efetivamente nada que mude realmente as coisas. Pedimos outra cerveja.
Não choramos porque o momento é de alegria. Levantamos um brinde ao dilema, na verdade brindamos a tudo e a todos na mesa, ameaçamos levantar e dançar, rimos. Pedimos a saideira.
De tudo isso ficou a amizade, a promessa de outro encontro assim que possível, o abraço apertado. Na verdade quedou-se dentro de nós todo aquele dilema, todas aquelas coisas que discutimos soando no pensamento, acelerando o coração. Não temos, de verdade, a solução para todos aqueles problemas, estamos incomodados, agitados, angustiados com a situação, a nossa no mundo, a do mundo no nosso entendimento, as nossas possibilidades de ações efetivas, como enxergamos os nosso dilemas.
domingo, 6 de outubro de 2019
Epílogo
Epílogo é um capítulo extra, após o "the end", e nos conta como as personagens seguiram "a sua vida"! Ele traz aqueles detalhes que ficamos curiosos para saber quando o livro acaba! Aquela pergunta "será que a Cinderela e o príncipe foram mesmo felizes para sempre ou ela acabou indo de volta para o borralho?" A verdade é que os ciclos se fecham e as histórias seguem acontecendo! Na vida sempre tem epílogo! E como eu sou espírita acredito que depois da morte também tem!
Quando estava no final do meu relacionamento ficava pensando como seria minha vida depois do fim. Como que eu ficaria, como reagiria ao ver meu ex com outra pessoa. Confesso que essa foi uma grande parte do meu sofrimento, e também dos argumentos que usava comigo mesma para adiar o rompimento definitivo. Eu sabia que esse passo teria que ser dado por mim, pois no meu entender o outro já tinha deixado claro que não queria mais. Mas eu tinha esperança de que "acordasse" e mudasse de atitude, que voltasse ao que era no início, sei lá, esperança de que tudo ficasse harmonioso e feliz como no início. Não deu! Também acontecia de eu sentir uma certa responsabilidade sobre como ele ficaria.
O lado bom de ter epílogo na vida é que todas as arestas mal aparadas do relacionamento, as quais não conseguimos acertar porque a dor era muito grande, já foram corrigidas enquanto o epílogo estava sendo escrito! E realmente conseguimos transformar um amor/relacionamento morto em amizade. Falamos sobre todas as mágoas e questões não resolvidas! Colocamos pra fora aquele entulho que só nos fazia mal e não permitia que a alegria fluísse.
Foram conversas bem difíceis! Tocar pontos tão delicados, questões que não queríamos admitir nem pra nós mesmos. Mas sabíamos que para realmente fechar o ciclo só quando tudo fosse encarado de frente, quando tomássemos consciência e admitíssemos nossas falhas em voz alta, ou texto no zap. hahaha Estas conversas tiraram o peso que sentia em meus ombros. E aquela coisa que me fazia sentir responsável por ele deu lugar a uma grande alegria por vê-lo superar traumas e medos. Não foi nada fácil exorcizar estes demônios! Ao mesmo tempo que sofri e chorei junto com ele, senti que era importante que aquelas coisas me fossem confidenciadas. Eu era parte daquele momento que deveria ser superado, assim como ele foi parte dos meus momentos de superação. Agora sinto-me muito mais feliz por ver que ele se reergueu e que nosso final de relacionamento foi realmente um fechamento de ciclo em que aprendemos coisas de que necessitávamos. Essas conversas me ajudaram, pois eu não queria que as coisas simplesmente fossem guardadas sem necessidade. Agora podemos seguir adiante, cada um no seu epílogo particular, com marcas de aprendizados, mas sem rancores.
![]() |
| Essa foto representa minha alegria restaurada! E essa felicidade não tem nada a ver com as cachaças! |
O lado bom de ter epílogo na vida é que todas as arestas mal aparadas do relacionamento, as quais não conseguimos acertar porque a dor era muito grande, já foram corrigidas enquanto o epílogo estava sendo escrito! E realmente conseguimos transformar um amor/relacionamento morto em amizade. Falamos sobre todas as mágoas e questões não resolvidas! Colocamos pra fora aquele entulho que só nos fazia mal e não permitia que a alegria fluísse.
Foram conversas bem difíceis! Tocar pontos tão delicados, questões que não queríamos admitir nem pra nós mesmos. Mas sabíamos que para realmente fechar o ciclo só quando tudo fosse encarado de frente, quando tomássemos consciência e admitíssemos nossas falhas em voz alta, ou texto no zap. hahaha Estas conversas tiraram o peso que sentia em meus ombros. E aquela coisa que me fazia sentir responsável por ele deu lugar a uma grande alegria por vê-lo superar traumas e medos. Não foi nada fácil exorcizar estes demônios! Ao mesmo tempo que sofri e chorei junto com ele, senti que era importante que aquelas coisas me fossem confidenciadas. Eu era parte daquele momento que deveria ser superado, assim como ele foi parte dos meus momentos de superação. Agora sinto-me muito mais feliz por ver que ele se reergueu e que nosso final de relacionamento foi realmente um fechamento de ciclo em que aprendemos coisas de que necessitávamos. Essas conversas me ajudaram, pois eu não queria que as coisas simplesmente fossem guardadas sem necessidade. Agora podemos seguir adiante, cada um no seu epílogo particular, com marcas de aprendizados, mas sem rancores.
domingo, 29 de setembro de 2019
Bolo do amor - encontro de bruxos
Sempre tive essa veia "bruxística"! Sim, gosto de banho de ervas, pesquiso sobre chás e seus benefícios fitoterápicos, acendo incenso, leio livros sobre feitiços e energias. Descobri bem cedo que as "bruxas" são mulheres livres, que amavam a natureza e trabalham com ela para a cura dos males do corpo. Usar as energias para fazer o bem fazia com que elas recebessem mais desse bem. Óbvio que muita gente usou de forma errada essa sabedoria, só que isso é assunto pra outra hora.
Desde cedo eu gostava disso e cheguei a procurar grupos de Wicca aqui em Pelotas. Não lembro em que ano foi, mas teve um encontro de bruxos na praia do Totó e eu queria muito participar, ver como aconteciam. Daí fiz o pai e a mãe me levarem lá!
Primeiro tinha uma cerimonia em círculo. Energização, limpeza energética, mentalizações, depois tinha um bolo do amor maravilhoso. Outro dia me deu uma vontade louca de achar a receita e poder fazer aqui em casa, mas das receitas certo que e encontrei nenhuma era parecido com o que me lembro. Tá certo que não lembro quase nada daquele dia! hahaLembro que o bolo era branco, simples com uvas passa e outras frutas! Bem que queria lembrar integralmente daquele dia que foi tão bom!
O bolo era delicioso! E peço que se alguém por aí tiver a receita eu aceito que me enviem!
Uma coisa que foi muito legal foi o pai ter estado lá na roda dos bruxos comigo e a mãe. Como disse foi um dia bem legal!
Nesse dia me senti uma verdadeira bruxa no meio da minha galera!
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
"Se um desconhecido lhe oferecer flores isto é impulse"
Este texto é bem antiguinho, mas eu gosto bastante dele! Por isso estou republicando aqui, mas o original é do bloguinho Diafragma!
24 OUTUBRO 2006
Se um desconhecido lhe oferecer flores isto é impulse
A que lembro melhor da minha infância era do desodorante impulse. Achava-as muito boas e imprescindivelmente românticas. A base era mais ou menos sempre a mesma, uma mulher bonita saindo para o trabalho que passava pela rua por um lindo homem, desconhecido dela, claro, que depois de vê-la passar lhe oferece flores. Lembro especialmente de um em que a mulher é super-independente e está dirigindo seu carro conversível pela estrada e ao passar por um avião, logo o piloto voa sobre seu carro e descarrega uma chuva de flores. Ultra romântico!
Porque estou falando nisso, é que estou numa discussão interessante numa comunidade do orkut que fala sobre O mito do amor romântico. E chegamos, depois de muitos e muitos debates, a conclusão de que uma das formas de perpetuar o mito é o consumismo e a propaganda. Tanto que faz um homem oferecer flores a uma mulher desconhecida, coisa que normalmente só ocorre em ocasiões especiais. Algumas dirão até que só ocorre quando eles aprontam alguma...
Enfim, já cheguei a sonhar em usar impulse e ter um desconhecido a me oferecer flores. Mas isso foi quando tinha meus nove ou dez anos. Hoje não posso usar desodorantes com perfume e o único homem que me ofereceu flores foi meu ex-namorado e no natal. Conclusão... somos românticas no entanto o amor romântico é cheio de fatores que o determinam, ou ele é maravilhoso e perfeito ou é impossível.
Não, não estou desanimada com o amor, sei que ele existe, mas já me convenci que não desta forma.
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
Paixão adolescente
Não sei se já contei por aqui, mas na minha adolescência eu me apaixonava toda as semanas! Claro que algumas paixonites duravam um pouco mais! Aconteceu com uns dois ou três colegas de escola. A paixão era rápida porque algumas desilusões aconteciam antes mesmo de chegar a conhecer bem o guri! Outras eram mais longas porque o outro era uma pessoa legal, daí durava o tempo de descobrir que ele gostava de outra. A fossa também era rápida, afinal de contas na adolescência é tudo rápido! Com o passar do tempo as paixões tornaram-se mais longas e as fossas também!
Dessa época tive duas grandes paixões um colega de aula e um guri de outra turma, que é dois anos mais velho que eu. Essa semana eu reencontrei ele quando chamei um uber e ele era o motorista. É engraçado porque na época do colégio me disseram que ele tinha horror de mim. Aquilo acabou comigo de verdade! também superei em uma semana! hahaha chorei bastante, mas superei.
Ele era muito bonito na adolescência, tinha as coxas mais lindas que eu já tinha visto na vida! Sério! Era tipo coxa de adulto só que num adolescente de 14 anos! Um espetáculo realmente! hahahaha Acredito que ele continue com as pernas bonitas, afinal é professor de artes marciais! Além disso todas as últimas vezes que o encontrei ele estava sentado dirigindo. Mas, confesso que tô curiosa! hahaha
Bem, a gente se conheceu no colégio e sempre achei ele bonito. Na verdade eu e metade da escola! O que resultava nele "se achar" um pouco, acrescente a isso o fato de ser um guri, dava um cara bem metido. Então que minha melhor amiga na época era alguém de quem ele não gostava (soube disso só muito anos depois!) e alguém sabendo que eu gostava dele veio me dizer que ele me detestava. Como disse fiquei arrasada!
Anos depois numa festa famosa da cidade encontrei com ele e acabamos ficando. Foi nesse dia que descobri que era da minha amiga que ele não gostava! A gente até se falou algumas vezes depois desse reencontro, mas eu achei que ele continuava metido a besta e não dei corda.
Depois encontrei outras vezes por acaso na rua, ou nalgum lugar e nos cumprimentávamos e só. Agora que voltamos a nos encontrar por conta do uber! No encontro desta semana descobri que minha paixão de adolescente já casou por cinco vezes! Fiquei chocada! hahaha Pela quantidade de vezes, mas principalmente por conhecer alguém que realmente quer encontrar o amor, ou pelo menos vivê-lo como disse o poetinha "eterno enquanto dure"! Claro que debochei da cara que pra alcançar o Fábio Júnior faltava pouco! E gostei do fato de ele ter levado numa boa, sem se constranger ou melindrar! Soube também que tem três filhos! Aquela ideia do cara exibido se desfez. E achei muito legal isso!
Quando cheguei em casa contando sobre isso minha mãe lembrou das tantas e tantas vezes que falei nele horas a fio! haha Eu dividia com minha mãe todas as paixões e desilusões! Não sei se ela lembra de todas as bobagens (que eram tão importantes pra mim naquela época)!
Como era véspera do meu aniversário fiz uma pequena retrospectiva nas minhas paixonites de adolescência e fiquei pensando, com base em como está esta "paixão" em especial, como será que não estão os outros... hahaha sim, como disse não sei como estão as pernas dele , mas tá careca (o que não é um problema na minha opinião! E na dele também porque uma vez ele disse que preferia testosterona do que cabelos, então... imagino que seja um careca jovem feliz!
Sei que a outra paixão importante da minha adolescência segue fisicamente igualzinho aos tempos de colégio! Cabelos compridos e bem bonito. Conversei pelo face com ele tempos atrás e continua uma pessoa muito querida, gentil e carinhosa. Foi muito bom reencontrá-lo nas redes sociais e descobrir que ele realmente virou um artista como, aliás, desde a época do colégio já se esperava!
A minha parte destrambelhada quer procurar nas redes sociais todos os colegas que eu considerava bonitos no colégio pra ver se dentro dos meus padrões sem padrões seguem caras bonitos. E a minha parte lúcida ainda tá me impedindo de fazer isso! hahaha
Vou contar uma coisa pra vocês: o beijo dessa minha paixonite de adolescência era bom demais!
foto do google imagens - Cena do filme "Meu primeiro amor". Filme que eu adoro!!!!
Dessa época tive duas grandes paixões um colega de aula e um guri de outra turma, que é dois anos mais velho que eu. Essa semana eu reencontrei ele quando chamei um uber e ele era o motorista. É engraçado porque na época do colégio me disseram que ele tinha horror de mim. Aquilo acabou comigo de verdade! também superei em uma semana! hahaha chorei bastante, mas superei.
Ele era muito bonito na adolescência, tinha as coxas mais lindas que eu já tinha visto na vida! Sério! Era tipo coxa de adulto só que num adolescente de 14 anos! Um espetáculo realmente! hahahaha Acredito que ele continue com as pernas bonitas, afinal é professor de artes marciais! Além disso todas as últimas vezes que o encontrei ele estava sentado dirigindo. Mas, confesso que tô curiosa! hahaha
Bem, a gente se conheceu no colégio e sempre achei ele bonito. Na verdade eu e metade da escola! O que resultava nele "se achar" um pouco, acrescente a isso o fato de ser um guri, dava um cara bem metido. Então que minha melhor amiga na época era alguém de quem ele não gostava (soube disso só muito anos depois!) e alguém sabendo que eu gostava dele veio me dizer que ele me detestava. Como disse fiquei arrasada!
Anos depois numa festa famosa da cidade encontrei com ele e acabamos ficando. Foi nesse dia que descobri que era da minha amiga que ele não gostava! A gente até se falou algumas vezes depois desse reencontro, mas eu achei que ele continuava metido a besta e não dei corda.
Depois encontrei outras vezes por acaso na rua, ou nalgum lugar e nos cumprimentávamos e só. Agora que voltamos a nos encontrar por conta do uber! No encontro desta semana descobri que minha paixão de adolescente já casou por cinco vezes! Fiquei chocada! hahaha Pela quantidade de vezes, mas principalmente por conhecer alguém que realmente quer encontrar o amor, ou pelo menos vivê-lo como disse o poetinha "eterno enquanto dure"! Claro que debochei da cara que pra alcançar o Fábio Júnior faltava pouco! E gostei do fato de ele ter levado numa boa, sem se constranger ou melindrar! Soube também que tem três filhos! Aquela ideia do cara exibido se desfez. E achei muito legal isso!Quando cheguei em casa contando sobre isso minha mãe lembrou das tantas e tantas vezes que falei nele horas a fio! haha Eu dividia com minha mãe todas as paixões e desilusões! Não sei se ela lembra de todas as bobagens (que eram tão importantes pra mim naquela época)!
Como era véspera do meu aniversário fiz uma pequena retrospectiva nas minhas paixonites de adolescência e fiquei pensando, com base em como está esta "paixão" em especial, como será que não estão os outros... hahaha sim, como disse não sei como estão as pernas dele , mas tá careca (o que não é um problema na minha opinião! E na dele também porque uma vez ele disse que preferia testosterona do que cabelos, então... imagino que seja um careca jovem feliz!
Sei que a outra paixão importante da minha adolescência segue fisicamente igualzinho aos tempos de colégio! Cabelos compridos e bem bonito. Conversei pelo face com ele tempos atrás e continua uma pessoa muito querida, gentil e carinhosa. Foi muito bom reencontrá-lo nas redes sociais e descobrir que ele realmente virou um artista como, aliás, desde a época do colégio já se esperava!
A minha parte destrambelhada quer procurar nas redes sociais todos os colegas que eu considerava bonitos no colégio pra ver se dentro dos meus padrões sem padrões seguem caras bonitos. E a minha parte lúcida ainda tá me impedindo de fazer isso! hahaha
Vou contar uma coisa pra vocês: o beijo dessa minha paixonite de adolescência era bom demais!
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