Contos de todo o tipo, historinhas da vida real, crônicas do cotidiano, contos, sonhos e desejos, todos mudando conforme as fases da lua.
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sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Recebi flores lindas de presente
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Manhã perfumada
Mas é claro que, quando puder aproveite para dormir bastante. Aliás, a hortelã ajuda na digestão, a melhorar o hálito e atua como calmante. Sendo assim... tome um bom chá de hortelã e bons sonhos.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Ramalhete #Primavera
Passei muito tempo da minha infância com ela, por aqui ou lá fora no Piratinizinho, como dizia o Vilmar, filho dela. Foi um tempo muito bom, do qual tenho saudade e vez por outra conto aqui.
A vó Didi sempre me fazia um ramalhete com esta... não sei se é uma flor isto, mas ela juntava algumas e com o talinho fazia um laço. Eu adorava aquele presentinho tão singelo e carinhoso!
Dedico a canção a todos os meus amigos, aqueles que estão bem pertinho, aqueles que estão morando longe, aqueles que partiram. Longe ou perto, vendo diariamente ou levando anos, fiquem sabendo que guardo todos vocês no coração! E daqui ninguém tira, vocês estão seguros!
domingo, 4 de dezembro de 2011
Buquê de flor
Pena que vocês não podem sentir o cheiro! O perfume do jasmim está maravilhoso!
Dália cultivada pela minha vovozinha! Adoro tanto estas flores!É o perfume, é o colorido, são os pássaros, as borboletas, as abelhas que elas atraem e fazem uma linda festa aos meus olhos.
Ofereço também as flores para o Dr. Sócrates, aquele cara que desejou morrer num domingo com o Corinthians campeão. Desejo muita luz pra ele!
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
#Primavera - Vejo flores em você
Ela nasceu do nada. Como se fosse o Alecrim, nasceu sem ser semeada! É muito delicada! Começou em um pé, mas este ano apareceu outro, pouca coisa mais adiante, no costadinho do murinho que cerca a área lá de casa.
A natureza! Ah! a natureza!
Minha mãe, mesmo sem saber de que planta se tratava não quis arrancá-la. Não se arrependeu! Realmente é uma florzinha muito bonitinha.
Caso siga assim, ano que vem teremos outra muda e se assim suceder vamos ter uma área cercada destas flores do campo.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
#Primavera, Hortência
Por belas hortênsias azuis!
Que ao cair do dia, um sonho lindo
Poisar em teus olhos nus...
Queria tanto, o verde das matas!
Auroras rasgando os olhos teus.
Colibris poisando nas raras datas,
Faces ocultadas neste peito meu!
Queria tanto a neblina do céu!
O calor no corpo preenchido de hortênsias
Refletindo o meu amor, por tua essência...
E calado junto ao meu peito
Viria dormir perfumado no meu leito
Um buquê ejetado como um doce véu!
(Ledalge,2007)
domingo, 27 de novembro de 2011
Ameixeira #Primavera com frutas
Ontem eu coloquei umas fotos da ameixeira aqui de fora, cheia de flores. Hoje fui fotografá-la novamente. Creio que cada flor virou uma fruta, porque a árvore está carregada!Tem galhos que estão tomados de ameixinhas de ponta a ponta. A coisa mais linda!
sábado, 26 de novembro de 2011
Ameixeira
Flor da ameixeira, florida que estava no dia do meu aniversário, lá no inicinho de Setembro. Agora esta cheia de pequenas frutinhas. Talvez coloquei por aqui uma foto das frutas. Mas é encantador como podem ser lindas as flores.
É um privilégio poder acompanhar o desenvolvimento da árvore frutífera! Comer as frutas então...
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Brinco de Princesa #Primavera bagual com a flor símbolo do RS
Lá no nosso sítio tem um pé de Brinco de Princesa. Ainda está pequenina, mas carrega de flores na primavera.
A flor tem inúmeras variedades e foi instituída como flor símbolo do Rio Grande do Sul pelo decreto N° 38.400, de 16 de abril de 1998. Com o nome científico de "Fuchsia Regia (Vell.) Munz", da Família ONAGRACEAE o Brinco de Princesa colore os pampas com suas variações de cores. Fiquei encantada observando as formas que a flor pode ter, tal como um brinco verdadeiro. No entanto, creio que nenhum ourives ou joalheiro teria criatividade e talento para tanto.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
#Primavera e as lindas #FloresDoCampo
Eu nunca comi os bibis que postei alguns dias atrás, e como disse meu amigo Vaz, com o uso de agrotóxicos tão comum hoje em dia fico meio receosa de prová-los. Estas histórias das flores me fazem lembrar quando eu era criança e a minha mãe me contava que tomava banho de valeta. Eu ficava imaginando como é que ela e as minhas tias tinham coragem de se jogar naquelas águas. Demorei muito tempo até entender que na época em que a minha mãe morava no mato, localizado aonde hoje é o bairro Dunas, as águas que corriam nas valas, hoje cheias de lodo e insetos, naquela época eram apenas a chuva.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
#Primavera perfumada
É tanto cheiro bom no campo! E as formas e cores das flores sempre me surpreendem!
Se internet tivesse cheiro, estaríamos inebriados com o perfume destas belíssimas espécies.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Bibi - #Primavera com flores do Campo
Esta florzinha das fotografias, em especial, são flores da infância dos meus pais, são parte da história da minha Vó Mália. Eles me contaram que comiam as batatinhas dos bibis. Meu pai disse que comia crua. Minha mãe e minha vó disseram que elas cozinhavam os bibis para comer. A mãe disse que a batatinha tem sabor semelhante ao pinhão.
Minha vó, depois de adulta, jamais comeria tal iguaria. Ela não come carne de caça, tampouco comeria bibi. Galinhas e frangos criados em casa não são comidos por ela. Preás, tatu ou outro animal deste tipo provocam um certo nojo nela.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
#Primavera, as duas flores de Castro Alves
AS DUAS FLORES
São duas rosas nascidas
Talvez do mesmo arrebol,
Vivendo,no mesmo galho,
Da mesma gota de orvalho,
Do mesmo raio de sol.
das duas asas pequenas
De um passarinho do céu...
Como um casal de rolinhas,
Como a tribo de andorinhas
Da tarde no frouxo véu.
Que em parelha descem tantos
Das profundezas do olhar...
Como o suspiro e o desgosto,
Como as covinhas do rosto,
Como as estrelas do mar.
Numa eterna primavera
Viver, qual vive esta flor.
Juntar as rosas da vida
Na rama verde e florida,
Na verde rama do amor!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
#Primavera e as flores do campo seguem regadas a poesia
Livros e flores
Machado de Assis
Teus olhos são meus livros.
Que livro há aí melhor,
Em que melhor se leia
A página do amor?
Flores me são teus lábios.
Onde há mais bela flor,
Em que melhor se beba
O bálsamo do amor?
Augusto Branco
As pessoas são muito reativas: costumam retribuir exatamente aquilo que recebem. Retribuem o bem com o bem, e o mal com o mal. Mas tu, para seres imensamente feliz, procederás diferente:
Retribua com flores a todas as pedras que te atirarem.
Haverá um momento em que as pedras de teus inimigos acabarão, e assim eles só poderão atirar em você as próprias flores que receberam de ti.
Flores envenenadas na jarra. Roxas azuis, encarnadas, atapetam o ar. Que riqueza de hospital. Nunca vi mais belas e mais perigosas. É assim então o teu segredo. Teu segredo é tão parecido contigo que nada me revela além do que já sei. E sei tão pouco como se o teu enigma fosse eu. Assim como tu és o meu.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
#Primavera, Cecilia Meireles
Delicadas florezinhas do campo. Elas são tão pequeninas, mas tão belas!
Primavera
Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.
Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.
Esta é uma
primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e
só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores,
com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem
dançar neste mundo cálido, de incessante luz.
Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.
Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.
Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
Primavera
Cecília
Meireles
A primavera chegará, mesmo que
ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para
recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da
mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a
preparar sua vida para a primavera que chega.
Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.
Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.
Oh! Primaveras distantes, depois do branco e
deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e
todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.
Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.
Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.
Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
Texto extraído do livro "Cecília
Meireles - Obra em Prosa - Volume 1", Editora Nova Fronteira - Rio de
Janeiro, 1998, pág. 366.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Flor do Campo bem-me-quer
Também sempre penso naquelas pegadinhas do tipo... porque bem-me-quer é separado e malmequer é tudo junto. Enfim...
Fui procurar na internet alguma coisa sobre a flor, pois minha vó considera a flor que colore os campos de amarelo como um presságio de miséria e fome.
Com a pesquisa descobri que tem um filme francês com a Audrey Tautou que foi traduzido com o nome de Bem me quer, mal me quer . Parece um drama e fiquei com vontade de assistir qualquer dia.
Achei também um poema bem bonito do José Manuel Brazão e que se chama, Bem me quer, muito... aliás, leveu um susto porque não sabia que tinha uma música que eu adoro lá e quando abri a página a música começou a tocar. Achei que tava começando a ficar doidinha! Nossa Canção é do Luiz Ayrão e eu amo tanto na voz do Roberto Carlos, quanto na voz da Vanessa da Matta! Fazer o que né? Admito, sou brega e romântica! De outra forma... não faria bem-me-quer, malmequer!
Bem me quer, muito...
Muitos poemas escrevi
sobre rosas (Mulheres)
e quando pensei em ti,
do malmequer me lembrei!
Desfolhando
o meu pensamento,
no muito parei,
não desejando a pétala
do pouco
e muito menos
a do nada...
*Um poeminha que nasceu, quando li "Bem me quer?" de Marcia Grossi *
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Flores do campo - Dente de leão
Na infância fazia muito isto. Inclusive tinha uma crença de que quando a "pétala" do dente de leão chega em ti é um recado que alguém tá mandando. Não sei se é verdade, mas... Tem uma época do ano que aqui no condomínio o ar fica tomado de pétalas semelhantes aos dentes de leão, creio que eles venham do matinho que tem do outro lado da rua, sobre o qual vou falar mais adiante.
Enquanto estava fotografando lembrei do Sid, da Era do Gelo. Lembram quando ele acaba estragando a salada dos outros no primeiro filme? hahahaha E quando ele arranca o dente de Leão, o último que restava??? Não pude deixar de lembrar, até porque adoro a Era do Gelo.
Este dente de leão estava perdido no jardim da vizinha de baixo, do lado de uma majestosa azaléia bebê.
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