quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Catedral São Francisco de Paula


Tem coisas que eu não resisto, flores, o canto dos pássaros, céu azul, chocolate, cerveja, café novinho, um bom papo com os amigos e a luz que torna a Catedral São Francisco de Paula tão linda! Eu sempre penso em tirar fotografias dos vitrais internos, mas, hoje quando tentei, não ficou muito bom!
Em compensação a luz das 14h de hoje, ou melhor, de ontem, deixou o verde da praça muito mais vivo!
Não fosse o fato de as pessoas levarem seus cãezinhos para fazer suas necessidades ali, eu teria me arriscado deitar na grama e observar as nuvens por um instante. Tudo bem, me contentei em entortar meu pescoço.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Irmãos Coragem

Quando eu era criança este bar chamado Irmãos Coragem enchia o meu imaginário de personagens, de ideias. Hoje enche meu coração de saudade e traz inúmeras boas recordações. Os frangos eram degustados com toda a calma, porque não era uma comida assim... tão comum, do tipo que temos todos os dias em casa. No geral, quando eu era criança lembro bem, frango era comida de domingo, assadinho com a pele bem dourada e acompanhado de uma bela salada de maionese.
Foi depois, sei lá se do Collor ou do plano real do FHC que o frango popularizou e virou a primeira opção. Quando eu era criança a primeira opção era o guisado de segunda. Vou contar pra vocês, se eu fechar os olhos lembro direitinho do corredor da casa da minha avó, corredor do pátio, de onde eu sentia aquele perfume maravilhoso da comida dela se espalhando pela vizinhança. O cardápio de domingo na casa de mi abuela era: frango assado com salada de maionese e canja. Seja qual fosse o prato principal a entrada era sempre canja. Ou, risoto, com salada de batatas e maionese, claro!
Mas o frango do Irmãos Coragem tinha algo de diferente. Além de ser comprado, além de ser de um bar e vir acompanhado com umas polentinhas, tinha algo mais. Não sei se é porque na minha cabecinha de criança poderia acontecer de sair lá de dentro da cozinha o Tarcísio Meira na pele do João Coragem, ou o Cláudio Marzo com o uniforme de futebol do Duda, ou quem sabe o Cláudio Cavalcante, com toda a meiguice do seu Jerônimo. Confesso que meu "Irmão Coragem" favorito era o "Jerômo".
O bar serviu de referência para mim aoir buscar meu irmão no colégio com minha prima, pois eu sabia que ali tinha a parada do ônibus aonde eu deveria embarcar para voltar pra casa. Também era por ele que deveríamos passar para, três quadras depois chegar ao Instituto São  Benedito, onde ele estudava.
Para mim o Irmãos Coragem era a referência de um bom frango, depois do da minha avó, óbvio.
Podia ser a singela lembrança da novela, que um monte de gente diz que eu não assisti, porque era um bebê, mas da qual eu lembro várias passagens muito claramente. Podia só ser um ponto de referência no meu caminho. E é, incontestavelmente, uma boa lembrança de tempos idos. É um lugar do qual sempre lembro, assim como o Café Aquarios, o Trekos, a Beiro (olha eu aí entregando a idade!), O pássaro Azul, o forno, a Luzo, e por aí... É, sou saudosista sim, não há como negar.
São lembranças tão queridas e que me fazem tão bem, que não há como esquecer. Acalento-as com carinho e compartilho com vocês, meus amigos queridos. Quem já se deliciou com um frango do Irmãos Coragem sabe do que digo! Claro, hoje em dia o sabor não deve ser o mesmo, como diz minha mãe, nada mais tem o mesmo gosto! Mas o boteco está lá, quem sabe...

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Pôr do sol


Hoje eu vi este pôr do sol  maravilhoso! Sou muito grata por poder assistir estas maravilhas!
A foto não ficou bem como eu queria! =/ Mas eu vou treinando, né professor Vaz????

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Manhã perfumada

Apesar de fazer um trajeto em que muito lixo é jogado pelas ruas, hoje pela manhã (ou seria ontem?) eu fui surpreendida no meu caminho por um adorável perfume de hortelã. Como é bom ter estas surpresas matutina! Quando senti o odor fiquei pensando de onde viria, não tinha percebido, em meio aquele verde todo as folhas de hortelã. Mas deti meu olhar com cuidado, de um lado e de outro da rua. Foi então que vi os vários pés da planta por quase toda a quadra que eu deveria caminhar.
Então parei por um momento, olhei o céu e respirei bem fundo sorvendo o máximo possível daquele cheiro doce e fresco com o qual a manhã me presentiava. Confesso, não sou muito chegada a acordar cedo, mas minhas manhãs tem sido sempre tão bonitas, com cantos de pássaros e dias azuis, com perfumes gostosos ou gratas surpresas que começo a crer no ditado popular... "Deus ajuda quem cedo madruga"! Mesmo que as pessoas não acreditem em Deus, o fato é que... um nascer do sol, um céu azulinho-azulinho, pássaros fazendo coro nas janelas e perfume de flores são bons motivos para acordar cedo e aproveitar o que o mundo nos oferece de graça, antes de nos trancarmos nos escritórios e voltarmos para o corre-corre da rotina.

Mas é claro que, quando puder aproveite para dormir bastante. Aliás, a hortelã ajuda na digestão, a melhorar o hálito e atua como calmante. Sendo assim... tome um bom chá de hortelã e bons sonhos.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ramalhete #Primavera

Eu tive uma vó adotiva que partiu há uns 19 anos eu acho. A vó Didi era minha vizinha, morreu um ano depois que eu completei 15 anos, se não me engano dois dias depois do meu aniversário de 16. Fiquei bem triste, pois apesar de não existir um laço de sangue, ela era minha vó e existia um laço de amor, um laço de coração que nos unia e ligava, pra sempre.
Passei muito tempo da minha infância com ela, por aqui ou lá fora no Piratinizinho, como dizia o Vilmar, filho dela. Foi um tempo muito bom, do qual tenho saudade e vez por outra conto aqui.
A vó Didi sempre me fazia um ramalhete com esta... não sei se é uma flor isto, mas ela juntava algumas e com o talinho fazia um laço. Eu adorava aquele presentinho tão singelo e carinhoso!

Lá fora encontrei as mesmas plantinhas e na mesma hora lembrei da vó Didi, dos verões deitada embaixo da arueira, escutando rádio de pilha e olhando as nuvens no céu. Não pensava em nada, apenas aproveitava aquele momento mágico em que um simples pensamento me levava para qualquer lugar, bastava imaginar.
Ser criança é bom demais! Ainda bem que eu aproveitei o tempo e, principalmente, ainda bem que eu aproveitei a companhia das pessoas que estiveram comigo neste período. Algumas já partiram, mas a gente se encontra. Como diz a música do Milton Nascimento "Qualquer dia amigo eu volto pra te encontrar!"
Dedico a canção a todos os meus amigos, aqueles que estão bem pertinho, aqueles que estão morando longe, aqueles que partiram. Longe ou perto, vendo diariamente ou levando anos, fiquem sabendo que guardo todos vocês no coração! E daqui ninguém tira, vocês estão seguros!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Buquê de flor


Pena que vocês não podem sentir o cheiro! O perfume do jasmim está maravilhoso!
Rosa vermelha ao lado do jasmim, um arranjo que minha mãe fez. Ficou tão lindo que não resisti e fotografei! Claro que fiquei sentindo o perfume das flores e aproveitando o dia todo, ou melhor, o final de semana todo.

Dália cultivada pela minha vovozinha! Adoro tanto estas flores!É o perfume, é o colorido, são os pássaros, as borboletas, as abelhas que elas atraem e fazem uma linda festa aos meus olhos.
Ofereço também as flores para o Dr. Sócrates, aquele cara que desejou morrer num domingo com o Corinthians campeão. Desejo muita luz pra ele!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

#Primavera - Vejo flores em você




Ela nasceu do nada. Como se fosse o Alecrim, nasceu sem ser semeada! É muito delicada! Começou em um pé, mas este ano apareceu outro, pouca coisa mais adiante, no costadinho do murinho que cerca a área lá de casa.
A natureza! Ah! a natureza!
Minha mãe, mesmo sem saber de que planta se tratava não quis arrancá-la. Não se arrependeu! Realmente é uma florzinha muito bonitinha.
Caso siga assim, ano que vem teremos outra muda e se assim suceder vamos ter uma área cercada destas flores do campo.